ditadura

Arte-papo
130 anos da Abolição da Escravidão – Jaime Lauriano

→ Mês da Consciência Negra

Arte-papo | 130 anos da Abolição da Escravidão

Jaime Lauriano

Sábado, 10/11/2018 das 11:00 às 12:00

Gratuito

30 vagas por ordem de chegada

*Imagem: Jaime Lauriano

Nessa conversa, Jaime Lauriano apresentará trabalhos que retomam a História do Brasil.

Em especial, o artista irá apresentar o período da Ditadura Militar, para evidenciar como as artes podem desempenhar um papel importante na construção da cultura da memória.

Para tanto, será analisado como a utilização dos símbolos nacionais, contribuiu para a construção do sentimento de identificação entre sociedade civil e o regime ditatorial brasileiro, ao ponto de frases ufanistas como “Brasil: ame-o ou deixe-o” serem elevadas a slogans do regime.

Jaime Lauriano

Jaime Lauriano (São Paulo, 1985) vive e trabalha em São Paulo. Graduou-se pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, no ano de 2010. Entre suas exposições mais recentes, destacam-se as individuais: Nessa terra, em se plantando, tudo dá, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil, 2015; Autorretrato em Branco sobre Preto, Galeria leme, São Paulo, Brasil, 2015; Impedimento, Centro Cultural São Paulo, São Paulo, Brasil, 2014; Em Exposição, Sesc, São Paulo, Brasil, 2013; e as coletivas: Totemonumento, Galeria Leme, São Paulo, Brasil, 2016; 10TH Bamako Encouters, Museu Nacional, Bamako, Mali, 2015; Empresa Colonial, Caixa Cultural, São Paulo, Brasil, 2015; Frente a Euforia, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo, Brasil, 2015; Tatu: futebol, adversidade e cultura da caatinga, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, Brasil, 2014; Taipa-Tapume, Galeria Leme, São Paulo, Brasil, 2014; Espaços Independentes: A Alma É O Segredo Do Negócio, Funarte, São Paulo, Brasil, 2013; possui trabalhos nas coleções públicas da Pinacoteca do Estado de São Paulo, e do MAR - Museu de Arte do Rio. Com trabalhos marcados por um exercício de síntese entre o conteúdo de suas pesquisas e estratégias de formalização, Jaime Lauriano nos convoca a examinar as estruturas de poder contidas na produção da História. Em peças audiovisuais, objetos e textos críticos, Lauriano evidencia como as violentas relações mantidas entre instituições de poder e controle do Estado – como polícias, presídios, embaixadas, fronteiras – e sujeitos moldam os processos de subjetivação da sociedade. Assim, sua produção busca trazer à superfície traumas históricos relegados ao passado, aos arquivos confinados, em uma proposta de revisão e reelaboração coletiva da História.