Oficina | Tijolos contando histórias da urbanização
Adriele Oliveira
dom, 16 ago 2026
das14h30 às 16h30
gratuito, com sugestão de contribuição voluntária
30 vagas por ordem de inscrição
Imagem: Registros de oficina. Foto: Adriele Oliveira
Em agosto a programação Museu em Família conta com a artista visual Adriele Oliveira, que irá conduzir a oficina Bordar o que sobrou.
Adriele Oliveira é uma das escritoras da exposição Habitar São Paulo: relatos femininos e na oficina, ela propõe a aplicação da técnica do bordado em suportes não convencionais, como papelão, isopor, plástico e outros materiais descartados, promovendo uma reflexão sobre o valor simbólico e estético do que é considerado lixo e sobre a urgência de repensar nossas práticas de consumo e descarte.
O que descartamos e o que esse esses objetos descartados contam sobre nós e sobre nosso cotidiano na cidade?
A proposta compreende o lixo como um arquivo vivo de nossas dinâmicas urbanas, hábitos e desigualdades. O ato de bordar sobre esses fragmentos torna-se um gesto de cuidado e reexistência, que recupera materialidades invisibilizadas e as reinscreve no campo da arte e da memória.
Interessados a partir de 10 anos, pesquisadores, arqueólogos, artistas, escritores, professores
Adriele Oliveira
Adriele Oliveira (1993) é ativista, artista visual, arqueóloga e pesquisadora, residente em São Paulo. Sua prática articula arte, memória e território por meio de contra-arquivos, investigando, entre bordado, audiovisual, fotografia e som, narrativas historicamente marginalizadas.



