Jardim Imaginário 2026
SANS, SOUCI., de Ana Dias Batista
Jardim Imaginário 2026 | SANS, SOUCI., de Ana Dias Batista
Ana Dias Batista
dom, 26 jul 2026
dom, 2, 9 e 16 ago 2026
das 11h às 17h
em caso de chuva, não haverá apresentação
gratuito
Imagem: Fachada do Palácio Sanssouci, Potsdam. Foto: Paulo de Freitas Costa / Arquivo Casa Museu Ema Klabin
No dia 26 de julho a Casa Museu Ema Klabin inaugura o trabalho SANS, SOUCI., de Ana Dias Batista, artista selecionada no edital aberto do programa Jardim Imaginário 2026.
SANS, SOUCI. é uma série de quatro performances que serão realizadas nos dias 26 de julho, 2, 9 e 16 de agosto, das 11h às 17h, no jardim da casa museu. A ação parte das associações pretendidas por Ema Klabin, na arquitetura e na decoração de sua casa, ao Palácio Sanssouci, em Potsdam, a residência de verão de Frederico, o Grande, rei da Prússia entre 1740 e 1786.
Realizada por quatro atores especializados em apresentações como estátuas vivas, SANS, SOUCI. convoca noções de trabalho e ócio, de produção e dispêndio, de ocupação e tempo livre.
O programa Jardim Imaginário tem por objetivo propiciar aos visitantes da casa museu novos percursos e novas leituras por meio de um trabalho artístico contemporâneo inédito, a ser instalado no espaço do jardim da casa museu, projetado por Roberto Burle Marx, promovendo um diálogo com a coleção reunida por Ema Klabin, o espaço de sua residência e as temáticas anuais propostas pela instituição.
Idealizado pelo curador de arte contemporânea Gilberto Mariotti, o Jardim Imaginário está em sua sexta edição. Já participaram os artistas convidados João Loureiro, Paulo Climachauska, Leandro Lima e Gisela Motta, e Marcius Galan. Na quinta edição, a primeira realizada por meio de edital, participou Marcia Pastore.
[em breve]
A nova edição do programa Jardim Imaginário será inaugurada com um Arte-papo entre a artista Ana Dias Batista e o curador Gilberto Mariotti, idealizador do programa. O Arte-papo propõe um diálogo aberto da artista com o público sobre a obra SANS, SOUCI. e seu processo criativo. A conversa será realizada na área de eventos da casa museu.
dom, 26 julho 2026
às 11h30
O público poderá participar da visita mediada Palácio Sanssouci e a Casa da Rua Portugal, em que o núcleo educativo da Casa Museu Ema Klabin propõe uma reflexão sobre as referências do século XVIII na arquitetura da casa museu e na coleção. Em especial, as associações que podem ser feitas entre a casa que pertenceu a Ema Klabin e o Palácio Sanssouci, residência de verão de Frederico II da Prússia. Ao final, o público será convidado a assistir à performance SANS, SOUCI., de Ana Dias Batista.
Para participar da visita, a inscrição pode ser feita por este link ou na bilheteria da casa museu.
dom, 2, 9 e 16 ago 2026
das 14h30 às 16h
Jardim Imaginário 2026
realização
Casa Museu Ema Klabin
apoio
Klabin S.A.
Casa Museu Ema Klabin Digital 2026
apoio
PROMAC
Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Cidade de São Paulo
patrocínio
QuintoAndar
Google Cloud
artista selecionada
Ana Dias Batista
curadoria
Gilberto Mariotti
júri de seleção
Gilberto Mariotti
Paulo de Freitas Costa
Thiago de Souza Paula
produção
Jeane Gonçalves
projeto arquitetônico
Renátta Brandão
marcenaria e montagem
Henrique Cutait
realização
Estátua Viva Produções
direção artística
Rodolfo Valentino
elenco
Angel Medina Cerda
Fernanda Eluf
Keylla Nayane
Robson da Silva do Nascimento
Rodolfo Valentino
figurino
Pablo Mack
revisão de textos
Cia. Entrelinhas
audiovisual
Bola de Meia Filmes
agradecimentos
Palácio Sanssouci, Potsdam
Arnaldo Cruz
André Vainer
Fernando Cervantes
Ana Dias Batista
Ana Dias Batista nasceu em São Paulo em 1978. Sua intervenção artística tem sido consistentemente sucinta nos meios, apesar da ampla gama de referências e de um variado repertório formal. Usando estratégias de reiteração e saturação de elementos do mundo, os seus trabalhos respondem criticamente aos contextos em que circulam. Paralelismos, coincidências, repetições e analogias atestam a sua intenção de organizar o mundo, de constituir uma linguagem. Desvios, ruídos e certa resistência à visibilidade, entretanto, frustram repetidamente a empreitada. Formada pela Universidade de São Paulo, onde concluiu o doutorado em 2014, Ana apresentou individuais na Pinacoteca do Estado de São Paulo e no Museu de Arte da Pampulha, entre outros espaços. A mais recente, Comigo-Ninguém-Pode, na Galeria Marília Razuk, convertia a galeria em uma loja de plantas. Seus trabalhos estão nas coleções da Pinacoteca, do MAM-SP, do MAC-USP e do Getty Institute, em Los Angeles, e em publicações como “Remains - Tomorrow: Themes in Contemporary Latin American Abstraction” (Cecilia Fajardo-Hill, Hatje Cantz, 2022) e “Artists and their Books, Books and their Artists” (Marcia Reed e Glenn Phillips, The Getty Research Institute, 2018).



