Encontro presencial
A casa como personagem: conversa com as escritoras Paula Fábrio, Giovana Madalosso e Helena Silvestre

Encontro presencial | A casa como personagem: conversa com as escritoras Paula Fábrio, Giovana Madalosso e Helena Silvestre

Paula Fábrio
Giovana Madalosso
Helena Silvestre

sáb, 17 out 2026
às 11h

taxa de inscrição R$ 10

35 vagas por ordem de inscrição

Imagem: Favela do Nove. Foto: Deusvaldo Pereira

As escritoras Paula Fábrio, Giovana Madalosso e Helena Silvestre conduzirão uma conversa com o tema A casa como personagem na programação da exposição Habitar São Paulo: relatos femininos.

As obras presentes na exposição: Casa de família de Paula Fábrio Suíte Tóquio e Tudo pode ser roubado de Giovana Madalosso e Quem me dera quedas d’água de Helena Silvestre nos convidam a refletir sobre os diferentes contextos e narrativas que permeiam o habitar na cidade, evidenciando a pluralidade de vivências que a linguagem do morar traduz.

Na conversa, as escritoras nos conduzem por meio das narrativas sobre o morar, presentes na literatura e nos convidam a imaginar a casa como uma personagem.
Uma casa tem seus fluxos, seus tempos, suas cores, texturas, cheiros e sons. Especificidades que demonstram contextos sociais, políticos e históricos, e ainda, a casa expressa aqueles que a habitam. Uma casa pode ser o duplo do seu morador.

Como seria um personagem baseado na sua casa? Qual aparência e personalidade esse personagem casa teria.

Público-alvo

Interessados em geral

Paula Fábrio

Paula Fábrio nasceu em São Paulo, é formada em Comunicação Social pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), doutora e mestre em Literatura pela Universidade de São Paulo (USP). Trabalhou com publicidade e é diretora da Rato de Livraria, livraria independente. Estreou como escritora com o romance Desnorteio (2012), pelo qual recebeu o Prêmio São Paulo de Literatura em 2013. Casa de Família, seu mais recente livro, recebeu o Prêmio Carolina Maria de Jesus em 2023. Em 2015, publicou seu segundo romance, Um Dia Toparei Comigo, pela editora Foz, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. Sua primeira história juvenil, No Corredor dos Cobogós, foi publicada pela SM Edições, na coleção Barco a vapor, em 2019, e ganhou o Prêmio de melhor livro Jovem da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil). A autora também recebeu o Prêmio Escritora Revelação da FNLIJ. Seu trabalho tem sido traduzido para o espanhol e participado de importantes eventos literários.

Giovana Madalosso

Giovana Madalosso é autora do volume de contos A teta racional, de Tudo pode ser roubado, eleito melhor romance pelo Prêmio Manuel de Boaventura (Portugal), e de Suíte Tóquio, publicado em diversos países, em adaptação para o cinema, indicado para o Dublin Awards e na lista dos melhores livros de 2025 do jornal The New York Times. Também é autora do recém-lançado Batida só e do livro infantil Altos e Baixos. Ainda é colunista da Folha de São Paulo e uma das idealizadoras do movimento Um Grande Dia para as Escritoras, que registrou, em fotos, 2.302 escritoras em mais de 50 cidades do Brasil e do mundo.

Helena Silvestre

Helena Silvestre é escritora, feminista afroindigena e ativista em lutas por terra e território, sobretudo em aliança com mulheres e povos em resistência. Editora da Revista Amazonas no Brasil, foi finalista do prêmio Viva Marie Claire na categoria educação e atua como pesquisadora no campo da antropologia em saúde - descobrindo como diferentes formas de viver constroem diferentes formas de sanar. Psicanalista, integra o projeto EscutaCrusp, do Instituto Sedes Sapientae. Como escritora, foi finalista do Prêmio Jabuti 2020 e do Global Black Woman Non-Fiction Manuscript Prize 2024. Publicou em co-autoria com pensadores como Verônica Gago e Ailton Krenak. Compõe, canta, atua e se redesenha através dos caminhos que a arte propicia.

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