Oficinas | A Casa das Palavras: oficina de criação literária
Marcelino Freire
qui e sex 7, 8, 21, 22, 28 mai
qui e sex 10, 12 jun
qui 2 jul
das 14h30 às 16h30
valor: R$ 985, com opções de parcelamento
15 vagas por ordem de inscrição
Imagem: Marcelino Freire. Foto: Denis Maerlant
Tendo como ponto de partida o acervo da bibliófila pioneira do Brasil, Ema Klabin, o escritor Marcelino Freire propõe, em sua oficina presencial de oito encontros, um mergulho no processo de criação de um livro. A partir de obras do acervo da casa museu e livros da biblioteca da colecionadora, que será conhecido pelos(as) participantes da oficina, Freire dará dicas de como desbloquear um texto, valorizar uma ideia e deixar, em cada trabalho escrito, os vestígios de uma autoria única, feita da leitura que fazemos do mundo. Ao longo dos encontros, serão abordadas etapas desse percurso, desde a escolha do repertório e o trabalho com a linguagem até a construção de uma narrativa e/ou a descoberta de uma poética própria.
“A história de Ema Klabin é inspiradora para quem quer escrever, porque o que ela levantou, e perpetuou, foi primeiro sonhado e, depois, posto em prática. Em cada quadro e cada livro que ela tocou, ela deixou ali, nítida e impressa, a sensibilidade de uma mulher revolucionária, de alguém que escolheu a arte como extensão do próprio corpo, da própria alma”. Marcelino Freire
Estudantes, escritores(as), professores(as) e a todos e todas que amam escrever e, sobretudo, buscam “inaugurar um olhar para as coisas”
Marcelino Freire
Marcelino Freire é escritor, professor de oficinas de criação literária e produtor cultural. Nascido em Sertânia, PE em 1967, escreveu livros lançados também em outros países como “Contos Negreiros” (vencedor do Prêmio Jabuti), “Nossos Ossos” (vencedor do Prêmio Machado de Assis) e seu último romance lançado “Escalavra”, finalista em 2025 do Prêmio Jabuti, do Prêmio São Paulo de Literatura e um dos vencedores do Prêmio Machado de Assis 2025 da Biblioteca Nacional. É criador e curador do evento “Balada Literária”, que acontece desde 2006.


