Palestra presencial
Ficcionalizando a memória

Palestra presencial | Ficcionalizando a memória

Malena Segura Contrera
Santina Rodrigues

sáb, 13 jun 2026
das 14h às 16h

taxa de inscrição R$ 10

95 vagas por ordem de inscrição

Imagem: Noivos Com Trenó e Galo Vermelho, Marc Chagall 1957. Coleção Ema Klabin. Foto: Isabella Matheus/Arquivo Ema Klabin

O senso comum considera que a memória se baseia em experiências concretas, em fatos reais – ou nos lembramos de algo ou simplesmente o esquecemos. Os registros de linguagem como textos, fotografias, gravuras, pinturas foram muitas vezes utilizados como instrumentos de averiguação dos dados que a memória carrega.

No entanto, o quanto há de trabalho ficcional na memória? E o quanto as ficções que compõem nossa visão de mundo modulam inclusive a própria percepção? Ao rememorarmos algo, ainda que a partir dos vestígios históricos disponíveis, não estaremos de fato compondo ainda uma outra narrativa? E por que somos tão apaixonados por narrativas das nossas próprias vidas e das vidas daqueles que nos interessam? Com o tema anual da Casa Museu Ema Klabin dedicado à memória, Malena Contrera e Santina Rodrigues discutem esse eixo a partir de inspirações vindas das Artes, da Psicologia Analítica e das Teorias Cognitivas.

Público-alvo

Público em geral

Malena Segura Contrera

Malena Segura Contrera é psicoterapeuta analítica, professora e pesquisadora de Psicologia Analítica e Arquetípica, diretora do Instituto do Imaginário, professora do PPG em Comunicação da Unip e coordenadora do Grupo de Pesquisa em Mídia e Estudos do Imaginário.

Santina Rodrigues

Santina Rodrigues é psicóloga e arteterapeuta junguiana. É doutora em Psicologia pelo IPUSP. Pesquisadora, professora universitária e supervisora clínica. Atua na clínica e em projetos acadêmicos e sociais que integram campos interdisciplinares como Psicologia, Saúde mental, Filosofia, Psicanálise e Artes. Diretora do núcleo de Arteterapia do Instituto do Imaginário, que inclui o projeto psicocultural “Manhãs com Artes&terapia”, em parceria com o Coletivo Fluxos. E do núcleo Thanatos, que integra o projeto “De Portas Abertas para enlutades por suicídio”, no mesmo Instituto.

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