A ilustradora e arquiteta Marla Rodrigues reconhece o ato de desenhar como experiência e possibilidade de acesso a memórias.

Curso
Vivências em desenho

→ Arte e casa

Curso livre | Vivências em desenho: Arte e casa

Marla Fernanda dos Santos Rodrigues

Sábado, 31 de julho das 15h às 17h
Outros encontros: 07, 14 e 21 de agosto

Gratuito ou contribuição voluntária de qualquer valor

20 vagas por ordem de inscrição

Plataforma Zoom

Imagem: Aquarela sobre papel. Marla Rodrigues

Nesta proposta, a ilustradora e arquiteta Marla Rodrigues reconhece o ato de desenhar como experiência e possibilidade de acesso a memórias.

A oficina propõe a realização de encontros virtuais para desenhar a partir de diferentes formas de pensar o desenho e com quatro perspectivas possíveis: “casa memória”, “casa corpo”, “casa abrigo” e “casa cidade”.

Cada encontro contará com a apresentação de algumas referências artísticas ou literárias, leituras de imagens que irão contribuir para expandir a reflexão sobre as perspectivas que serão abordadas de casa.

Será criada uma pasta compartilhada com os participantes em um ambiente virtual para postagem dos exercícios a serem visualizados no encontro seguinte.

Materiais: livre escolha (sugestão: lápis, canetas coloridas, lápis de cor, papéis diversos, etc.).
Não é necessário ter experiência com desenho.

Público-alvo

Interessados em desenho

Marla Fernanda dos Santos Rodrigues

Marla Fernanda dos Santos Rodrigues é formada em Arquitetura e Urbanismo pela FAU USP (2017) e pós-graduada no curso “A caminhada como método para a arte e a educação” (2018/20), pela Casa Tombada. Frequentou como aluna estrangeira a ETSAB UPC, Barcelona (2014/15).Atua como educadora pela Casa de Cultura do Parelheiros, em oficinas de artes visuais (2020/21) e como educadora na rede pública estadual de educação. Ilustrou e diagramou publicação gráfica do projeto Germinar Eco-terapêutico (2020). Junto à Romária Sampaio, participou da exposição Jardinalidades no Sesc Pq. D. Pedro II, com ação cartográfica sobre memórias do uso de plantas (2019). Participou da residência Quintal Aberto no Museu da Casa Brasileira com projeto de escuta e desenho de memórias de quintais. Atuou em projetos de extensão universitária com realização de ações de cartografia social.

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